Sem frio nem chuva, torcedores aproveitam calor de 29°C para torcer pelo Brasil

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Sem frio nem chuva, torcedores aproveitam calor de 29°C para torcer pelo Brasil

Sem frio nem chuva, torcedores aproveitam calor de 29°C para torcer pelo Brasil

Após ter assistido às três primeiras partidas da Seleção Brasileira sob frio e chuva, o campo-grandense saiu de casa nesta segunda-feira, 29 de junho, disposto a comemorar sob o sol de 29°C desta tarde. A Cidade da Copa, mantida pela prefeitura na Esplanada Ferroviária, recebe o público pela primeira vez e outros estabelecimentos da região também estão lotados. A diarista Arlinda Machuca, de 51 anos, é uma das que vão aproveitar o telão de 200 polegadas e lembra de como assistiu às partidas anteriores: em casa e debaixo das cobertas. Na Cidade da Copa, disse que abriu cerveja pronta para acionar a vuvuzela. "Vim pelo clima da Copa, estou animada e confio que o Brasil vai ganhar", afirmou. Quem também aproveitou o local foi a prestadora de serviços Márcia Fernandes, de 44 anos, que utilizou o período de folga para acompanhar a exibição no telão, destacando que o surgimento do sol e a temperatura favoreceram o consumo de chope ao ar livre. "O melhor de tudo é que hoje juntou tudo: consegui uma folguinha, o sol apareceu e ainda dá para tomar um chope assistindo ao jogo. Depois daquele frio, isso aqui está bom demais”, brincou. Ali perto, no Balaio Bar, a arquiteta Laís Maggi, de 26 anos, que atua como prestadora de serviços em regime de PJ (pessoa jurídica), relata ter chegado ao local 10 minutos após o meio-dia, encontrando dificuldades para conseguir acomodação em virtude do fluxo de clientes. "Finalmente saiu o sol. Menos depressão, agora a gente ganha e esquece. Copa do Mundo com chuva e frio não dá. Sem condições", definiu. A profissional projetou um placar de 3 a 0 para o Brasil, com gols assinalados por Vini Jr. e Neymar. No mesmo estabelecimento, o estudante Gustavo Magrini afirma ter assistido às exibições anteriores no local, mas aponta que a elevação da temperatura alterou a dinâmica de consumo.  Também na região, no Bar Zé Carioca, a estudante universitária Stephanie Salsmit Lager, de 18 anos, informou que precisou mudar o roteiro original porque o primeiro estabelecimento planejado estava com a capacidade esgotada. "Graças a Deus esquentou, né? Então é clima de Copa do Mundo, chope gelado, calor", comemorou.

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