A entrevista de Duarte Freitas, Secretário das Finanças, ao DN Madeira, é uma cerimónia de salão em que a política regional veste o fato da gestão moderna e repete “resultados”, “avaliação”, “rigor” e “boa gestão”, como se essas palavras bastassem para apagar décadas de uso doméstico do Estado, favores, organismos inúteis, gabinetes multiplicados e uma administração que tantas vezes parece existir mais para cansar o cidadão do que para o servir. Duarte Freitas diz que “cada euro gasto deve ser m
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