Em 2007, o DIÁRIO dava conta de uma preocupação crescente com os traumatismos sonoros, que estariam a deixar cada vez mais jovens com problemas auditivos irreversíveis. Embora na altura não existissem estudos específicos sobre esta realidade, a experiência clínica do otorrinolaringologista Luís Sotero Gomes apontava para uma relação directa entre a exposição prolongada a sons elevados em discotecas e a utilização inadequada de leitores de música portáteis e o aparecimento de lesões auditivas. Co
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