Forquilha defende diálogo inclusivo para responder aos desafios estruturais do País

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Forquilha defende diálogo inclusivo para responder aos desafios estruturais do País

Forquilha defende diálogo inclusivo para responder aos desafios estruturais do País

O presidente do partido PODEMOS, Albino Forquilha, considera que as celebrações dos 51 anos da Independência Nacional devem constituir um momento de reflexão sobre os ganhos alcançados desde 1975 e os desafios que ainda persistem na sociedade moçambicana.

Falando nesta quinta-feira, por ocasião das comemorações da Independência Nacional, Forquilha afirmou que a conquista da soberania trouxe consigo a expectativa de garantir direitos e melhores condições de vida para todos os moçambicanos, objectivo que, segundo disse, ainda não foi plenamente alcançado.

“O desafio está nos ganhos que a Independência nos trouxe. Apesar dos avanços registados, muitos moçambicanos continuam a viver na pobreza e a enfrentar diversas dificuldades sociais e económicas”, afirmou.

Albino Forquilha defendeu a necessidade de uma avaliação profunda do percurso do País ao longo das últimas cinco décadas, sublinhando que a celebração da Independência deve ser acompanhada por uma reflexão sobre os problemas que continuam por resolver.

O líder do PODEMOS destacou igualmente o actual momento político como uma oportunidade para reforçar o diálogo nacional e encontrar soluções consensuais para os principais desafios do País.

“Todos os partidos políticos, a sociedade civil, o sector empresarial e a academia estão a reflectir sobre os problemas nacionais e a procurar soluções. Isso representa uma oportunidade importante para o futuro de Moçambique”, referiu.

Forquilha considerou que o diálogo nacional inclusivo pode desempenhar um papel fundamental na construção de consensos sobre matérias estruturantes, defendendo o envolvimento de todos os sectores da sociedade na definição dos caminhos para o desenvolvimento.

Por fim, apelou à adopção de soluções de longo prazo para os problemas que afectam o País, defendendo uma abordagem focada nas causas estruturais dos desafios nacionais.

“Temos a responsabilidade de construir o País que queremos para as próximas gerações, através de reformas e soluções que respondam de forma efectiva aos problemas fundamentais de Moçambique”, concluiu.

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