A Diretiva da Transparência Salarial introduz novas obrigações, exigindo maior escrutínio das políticas remuneratórias. Apesar do atraso na transposição em Portugal, especialistas defendem que as empresas devem preparar-se já, para reduzir riscos e garantir a conformidade futura com aquilo que consideram ser uma “mudança de paradigma”.
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