A recente suspensão do programa "Estudante Insular" representa um rude golpe nas expectativas e no direito à educação das famílias madeirenses e porto-santenses com estudantes deslocados no ensino superior. Este é o entendimento do Bloco de Esquerda (BE) Madeira, manifestado hoje, de que a educação não pode transformar-se num privilégio reservado apenas àqueles que detêm capacidade financeira para adiantar ou suportar os custos astronómicos provocados pela insularidade e pelo preço das passagens
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