- Cinquenta anos depois da institucionalização da Autonomia, Portugal continua a discutir aquilo que já deveria estar plenamente consolidado. Ainda precisamos de organizar jornadas para explicar o que é a autonomia, quais são os deveres do Estado para com as regiões ultraperiféricas e por que razão um cidadão português que nasce na Madeira ou nos Açores não pode ser tratado como um português de segunda no acesso aos direitos mais elementares. Só este facto deveria merecer reflexão. Meio século
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