Lixo “decora” monumento que homenageia marco zero da história de Campo Grande

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Lixo “decora” monumento que homenageia marco zero da história de Campo Grande

Lixo “decora” monumento que homenageia marco zero da história de Campo Grande

Instalado no cruzamento das Avenidas Fernando Corrêa da Costa com a Ernesto Geisel, o painel “Monumento aos Desbravadores”, que marca o local onde Campo Grande nasceu, está tomado pelo lixo, que se prende às plantas ornamentais. A homenagem ao carro de boi, que trouxe o fundador José Antônio Pereira, fica ao lado do Horto Florestal.  A cidade nasceu na confluência dos córregos Prosa e Segredo. Na manhã fria da terça-feira (dia 23), um colchão, com um fino lençol, era abrigo para morador de rua, que dormia com os pés expostos ao vento, numa  temperatura abaixo dos 12ºC.  Garrafas e restos de recipientes de isopor “decoram” o ponto turístico.  O monumento marca o local aonde chegaram as primeiras famílias de migrantes, vindas de Minas Gerais, mas foi instalado em 1995, na gestão do então prefeito Juvêncio César da Fonseca. A estátua foi criada por Neide Ono, artista visual especializada em cerâmica. A obra é composta por peças fundidas em alumínio e metal dourado sobre granito preto.  Em 2021, o monumento foi revitalizado. No ano de 2018, a Lei 6.004 instituiu o Marco Zero da cidade de Campo Grande no gramado em frente ao monumento, no cruzamento Fernando Corrêa da Costa com a Geisel, próximo ao Parque Florestal Antônio de Albuquerque, nome oficial do horto.  A reportagem questionou a Prefeitura de Campo Grande sobre a manutenção do local e aguarda resposta.  Receba as principais notícias do Estado pelo Whats. Clique aqui para acessar o canal do Campo Grande News e siga nossas redes sociais .

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