É cada vez mais evidente o desapreço com que o Governo da República contempla as Regiões Autónomas e, sintomaticamente, esse alheamento tem a sua maior expressão na liderança errante de Luís Montenegro. Discursos bonitos, conjuntos de intenções e um nó de gravata sempre impecável. Mas, na hora das decisões, há uma garantia que se tem tornado denominador comum: os madeirenses e os açorianos saem prejudicados. Na minha ingenuidade, quis crer durante demasiado tempo que esta postura do Primeiro-Min
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