Ação para frear avanço do PCC em Santa Catarina prende dois em MS

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Ação para frear avanço do PCC em Santa Catarina prende dois em MS

Ação para frear avanço do PCC em Santa Catarina prende dois em MS

Duas pessoas foram presas em Mato Grosso do Sul durante a Operação Coluna Sul, deflagrada nesta quarta-feira (1º) pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas) de Santa Catarina. No cumprimento dos mandados no Estado, também foram apreendidos diversos celulares e porções de maconha no Estabelecimento Penal Jair Ferreira Carvalho, conhecido como presídio de segurança máxima, em Campo Grande. A ação mira integrantes do PCC (Primeiro Comando da Capital) investigados pelo Ministério Público de Santa Catarina. Segundo o coordenador estadual do Gaeco, Wilson Paulo Mendonça Neto, trata-se da maior operação já realizada pelo grupo, com o cumprimento simultâneo de mandados em seis estados. De acordo com o delegado Roberto Marin Fronza, a fase deflagrada nesta quarta-feira é resultado de uma investigação iniciada em 2024, baseada na análise de provas reunidas em apurações conduzidas desde 2021. A partir desse trabalho, os investigadores identificaram dezenas de suspeitos ligados à organização criminosa em diferentes estados, o que levou ao cumprimento de mandados de prisão e de busca e apreensão. Ainda conforme o delegado, as prisões e os materiais apreendidos nesta fase vão subsidiar o avanço das investigações e poderão embasar novas etapas da operação.  Ao todo, a Operação Coluna Sul resultou em 99 prisões em Santa Catarina, sendo 71 dentro do sistema prisional, 39 em liberdade e uma em flagrante. No Rio Grande do Sul foram cinco presos, dos quais dois em flagrante; no Paraná, oito; em São Paulo, 12, incluindo três em flagrante; em Minas Gerais, uma prisão em flagrante; e, em Mato Grosso do Sul, duas pessoas foram presas. Durante o cumprimento dos mandados no Paraná, equipes foram recebidas a tiros por suspeitos. Houve confronto, mobilizando reforço policial, e um integrante da facção morreu após atirar contra os agentes com uma pistola equipada com seletor de rajada. Os celulares, drogas e demais materiais apreendidos serão submetidos à perícia da Polícia Científica de Santa Catarina. Após a conclusão dos laudos, as evidências serão analisadas pelo Gaeco para dar continuidade às investigações conduzidas pela 39ª Promotoria de Justiça da Capital.

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