A proposta do Governo da República de fundir o Primeiro e o Segundo ciclos do Ensino Básico merece ser acolhida com abertura e sentido de responsabilidade, contudo, não pode ser implementada sem diálogo com todos os parceiros educativos e sem um planeamento estratégico. A criação de um ciclo único de seis anos, entre outras dimensões estruturais, poderá vir a resolver a fragilidade gerada pela transição entre o quarto e o quinto ano de escolaridade. Um percurso educativo mais contínuo, com maio
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